Diego Régio, acadêmico de Jornalismo, VII nível.
Zezinho menino negro, mas cheio de imaginação. Vivia num lugarejo chamado cafundó. Cafundó tinha algumas casinhas e uma pracinha.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino negro, mas cheio de
imaginação. Desenhava, pintava seu mundo com apenas sete cores, construído além
de sua visão.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino negro, mas cheio de
imaginação. Tinha um cachorrinho chamado balão, ele pulava, rolava no chão. De repente um dia, Balão foi embora e não voltou
mais não.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino pobre, hoje não tem mais imaginação. Com seu cachorrinho também foi sua visão. Só hoje percebeu que o mundo colorido de sua infância, não passava
de uma ilusão.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino negro, mas cheio de
imaginação. Desenhava, pintava seu mundo com apenas sete cores, construído além
de sua visão.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino negro, mas cheio de
imaginação. Tinha um cachorrinho chamado balão, ele pulava, rolava no chão. De repente um dia, Balão foi embora e não voltou
mais não.
Zezinho pára de riscar.
Zezinho pára de sonhar.
Zezinho vai brincar.
Pára mãezinha, deixa eu
“pintá”.
Zezinho menino pobre, hoje não tem mais imaginação. Com seu cachorrinho também foi sua visão. Só hoje percebeu que o mundo colorido de sua infância, não passava
de uma ilusão.
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